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quarta-feira, 1 de junho de 2016

04 cursos online grátis BPM & BPMN da BIZAGI

cursos online grátis BPM & BPMN da BIZAGI

MARCELO GASPAR  - http://marcelogaspar.com.br

BIZAGI é uma das ferramentas mais conceituadas e utilizadas no mercado e os cursos são desenvolvidos com muita qualidade.

Curso 1 – Modelagem de Processos
Potencialize o aprendizado de BPMN por meio do uso do Modelador de Bizagi, a ferramenta freeware de gestão de processos ágil e fácil de utilizar que permite desenhar, definir, documentar e publicar os processos utilizando o padrão BPMN.
Para acessar o curso online grátis de Modelagem de Processos clique AQUI

Curso 2 – Fundamentos da Automatização
Aprenda os conceitos fundamentais para converter os seus modelos de processos em aplicações usando Bizagi BPM Suite. Entenda como automatizar um processo básico seguindo os passos para modelar um processo, desenhar seus dados, criar a interface de usuário, criar as regras de negócio, e atribuir o trabalho do processo.
Para acessar o curso online grátis de Fundamentos da Automação 1 clique AQUI

Curso 3 – Automatização de Processos 1
O principal objetivo deste curso é ensinar como construir uma aplicação em Biizagi BPM Suite, seguindo os passos de automatização e revisando os conceitos essenciais associados a cada um deles para entender o conceito de automatização em Bizagi.
Para acessar o curso online grátis de Automatização de Processos 1 clique AQUI

Curso 4 – Automatização de Processos 2
Aprofundar nos conceitos de Bizagi para a automatização de processos na sua organização. Entenda como construir aplicações mais robustas para satisfazer requerimentos mais complexos de negócio.
O principal objetivo deste curso é a construção de aplicações mais complexas, aprofundando os conceitos, capacidades e potencial para automatizar processos que atendam aos requisitos mais sofisticados e oferecer soluções mais sólidas.
O curso irá desenvolver uma aplicação do início ao fim que lhe permitirá explorar as diferentes características, aprofundar os potenciais benefícios de automatizar com Bizagi BPM Suite.

Para acessar o curso online grátis de Automatização de Processos 2 clique AQUI

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

BPMN Colaborativo


Processos podem se comunicar uns com os outros através de fluxos de mensagens. 

Este tipo de comunicação é chamado de Colaboração.

A Colaboração é uma ferramenta que conecta dois ou mais processos, permitindo a comunicação por meio do envio e recebimento mensagens que contêm informações que são usadas para tomar medidas.

Em Bizagi, Colaboração é feita através das figuras de Lançamento e captura, que podem ser configurados em cada processo. 
Figuras que permitam a colaboração em Bizagi são:


sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Estamos de CARA NOVA..!! " 2016 "


Ola.!! Caros Leitores..!

O BLOG está de cara NOVA !

2016 merece o melhor assim como os leitores do BLOG.

Venha ANUNCIAR em um BLOG visualizado internacionalmente.

Vamos fornecer informações essenciais para profissionais de todas as áreas de atuação que querem entender os conceitos, fundamentos, termos, técnicas e tecnologias envolvidas com o BPM e BPMN 2.0

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Boas práticas no uso de gateways em BPMN



Estudo de caso: 

Boas práticas no uso de gateways em BPMN


BPMN é a melhor notação para representar a lógica da execução de um processo de negócio, mas um processo bem mapeado na notação passa pela escolha certa no uso dos elementos da notação. Muitas vezes, não há uma forma única de representar um processo, mas com certeza o contexto do processo poderá nos ajudar a definir a forma de criar o diagrama de forma mais clara.
As ferramentas de mapeamento aderentes à notação BPMN nos ajudam a nos certificar se o diagrama que criamos está correto, mas ele consegue apenas validar se os elementos estão conectados da forma correta.
Por exemplo, no processo abaixo, inspirado no caso de um leitor que recentemente nos encaminhou esta dúvida:

No processo, a lógica que estamos tentando mapear é de que, depois da tarefa "Verificar documentos", pode ou não necessitar "Digitalizar documentos" e pode ou não necessitar "Confirmar se documentos são válidos". Ou seja, há casos em que realiza só uma dessas tarefas, as duas, ou em algumas situações nenhuma, indo direto para "Analisar documentação".
Você identificou algum problema no uso da notação? Mas tem, e a ferramenta (no caso o Bizagi) avisou:

Mensagem de erro na validação de diagrama do Bizagi: "Um gateway deve ser usado para dividir em fluxos distintos ou unificá-los em um único; os dois comportamentos no mesmo gateway não é suportado."
Olhe novamente. O gateway exclusivo “Precisa verificar a autenticiade?” tem duas entradas e duas saídas. Pela notação BPMN, o gateway exclusivo pode ser de divisão (split) ou de unificação (merge) do fluxo. Usar um mesmo gateway para representar as duas coisas pode gerar confusão tanto na interpretação humana quanto se o processo for ser automatizado.
A solução para isso seria separá-lo em dois – um para unificar os fluxos que vêm do gateway anterior e outro para verificar a condição para dar seguimento ao fluxo, assim:
Desta forma, garantimos que a lógica do processo esteja íntegra na sua representação. Entretanto, isso faz com que o processo tenha três gateways encadeados, o que não é muito legal. Neste caso, o que podemos recomendar?
Se a lógica implica em uma combinação de execução de atividades “e-ou”, podemos usar o gateway inclusivo. Este tipo de gateway tem o propósito de gerenciar a divisão/unificação do fluxo de acordo com uma combinação de possibilidades. Como resultado, teríamos o processo modelado assim:

O gateway "Providências especiais" identifica se o processo precisa ser digitalizado, se precisa de verificação de autenticidade, de ambas as tarefas ou de nenhuma delas.
Veja que algumas boas práticas foram agregadas para dar ainda mais legibilidade ao processo:
  • Nomear os conectores que saem do gateway de acordo com a condição que leva àquela transição: Por exemplo, a seta de cima implica na necessidade de digitalização, e a de baixo na verificação de autenticidade. Evite usar verbos no infinitivo pois as setas não representam uma ação a ser realizada, e sim uma condição que deve existir para que o fluxo siga aquele caminho.
  • Transformar a transição do meio em “default” (ou padrão), que tem uma linha cruzada na origem do conector. Esta é a forma de se dizer em BPMN que, se o gateway não identificar nenhuma condição, então ele segue pela default.
Para entender mais sobre os diferentes tipos de gateways básicos da notação BPMN, confira também este artigo:
http://blog.iprocess.com.br/2012/11/um-guia-para-iniciar-estudos-em-bpmn-ii-gateways/

Um BPMN para cada propósito de modelagem de processos




Compartilhando informações de sites Amigos.
Parabéns..a Todos da IPROCESS


Há alguns anos, quando a Business Process Modelling Notation (BPMN) ainda estava na versão 1.1, os pesquisadores Michael zur Muehlen e Jan Recker escreveram o artigo How Much Language is Enough? Theoretical and Practical Use of the Business Process Management Notation?, analisando processos de negócio modelados com esta notação e questionando o quanto alguns elementos eram realmente necessários.
De lá pra cá, milhares de novos processos de negócios foram desenhados com BPMN, e a notação aumentou seu toolkit com muitos novos elementos, em especial com a chegada da versão BPMN 2.0 (veja especificação publicada em jan/2011 aqui).
Você olha para as páginas e páginas da especificação BPMN e se pergunta “mas afinal, preciso usar todos esses elementos?”. A resposta está no propósito para o qual você está desenhando o processo.
 Um dos aspectos que mais me agrada no BPMN é o de que ela oferece uma ampla gama de elementos para a modelagem de processos de negócio que varia de acordo com a etapa do ciclo de vida de um projeto BPM, e que permitem que um processo possa ter a sua documentação progressiva, agregando informações ao fluxo à medida que um processo passa pelas etapas do projeto.

Ciclo de vida BPM - Extraido do material de treinamento da iProcess - Direitos reservados.
Para cada etapa do ciclo de vida de um projeto BPM, um conjunto diferente de componentes de modelagem de processo BPMN devem ser utilizados:
  1. Identificação e Mapeamento de Processos
Nesta etapa é gerado o modelo do processo chamado AS IS.
O objetivo da modelagem AS IS é obter uma formalização sobre o fluxo do processo de negócio como é realizado na situação atual em que é executado na organização. Os aspectos a serem priorizados nesta documentação de processo são: que atividades são realizadas (tarefas), a sequencia entre estas tarefas, o caso feliz do processo e as condições que levem a cenários de negócio alternativos.
Para esta modelagem, os elementos de BPMN mais relevantes são: Pools, Lanes, Activities,  gateways do tipo parallel e exclusive data-based, eventos de início e fim. Podem ser utilizados componentes de annotations para apoiar no entendimento do modelo.
Este modelo de processo em geral tem dois propósitos: A) servir de documentação para conhecimento do processo atual; B) servir como insumo para a próxima etapa do ciclo de vida de um projeto BPM.
Por isso, esses modelos tendem a possuir uma vida curta. Minha recomendação nesta etapa é: não invista muito tempo na documentação AS IS se sua organização construiu este modelo especialmente como insumo para a próxima etapa. No decorrer das minhas atividades em consultorias já vi muitas organizações investirem  uma energia muito grande em um processo AS IS, quando o objetivo real do projeto era buscar a melhoria do processo através do redesenho TO BE.
  1. Redesenho de Processos
Nesta etapa é gerado o modelo do processo chamado TO BE.
Ele é uma evolução do modelo anterior (AS IS), no qual são reavaliadas as questões de negócio envolvidas buscando-se, através de melhorias culturais e organizacionais, maior eficiência na execução do processo.
O modelo de processo TO BE também possui um foco sobre o processo de negócio, e por isso os mesmos tipos de elementos BPMN podem ser utilizados nesta etapa:  pools, lanes, activities,  gateways do tipo parallel, inclusive e exclusive data-based, eventos de início e fim. O processo começa a ser melhor detalhado em procedimentos, e mais atividades podem surgir para apoiar a realização de algumas tarefas, notificações de atraso, etc. Assim, convém considerar utilizar subprocess para agrupar tarefas com objetivos específicos e possível reuso. Eventualmente, alguns tipos de eventos como timer, link e message podem ser interessantes de serem incorporados no modelo se forem beneficiar o seu entendimento.
Alguns projetos de BPM  partem diretamente para a implantação do processo TO BE, com a realização de ações de gestão de mudanças em nível organizacional e cultural para beneficiar-se das  melhorias sugeridas. Outros projetos seguem para a etapa seguinte do ciclo, no qual ao redesenho de negócio são agregadas melhorias tecnológicas.
  1. Modelagem Técnica
A modelagem técnica busca proporcionar um olhar da análise de sistemas sobre o processo, de forma a identificar como agregar maior valor ao processo com uso de recursos de tecnologia. Pode ser  a aquisição de produtos que apóiem em atividades específicas do processo, soluções que possibilitem a integração de diferentes sistemas para prover melhores informações e eliminem tarefas humanas que não agreguem valor ao processo, customização de ferramentas existentes para melhorar a realização das tarefas, até mesmo a adaptação do processo para a automação através de um BPMS.
Esta modelagem técnica é a transformação do processo TO BE no modelo TO DO.
Porque há mais informações a serem atribuídas ao modelo do processo, os elementos de BPMN utilizados podem ser mais específicos, usando-se, além dos já citados, também eventos do tipo signal, conditional, exception, escalation, gateways do tipo event-based, componentes do tipo data objects, e a especificação dos tipos de tarefas (manuais, humanas, automáticas…).
  1. Implementação
Se um processo de negócio for ser implementado através de utilização de um BPMS, o modelo TO DO irá requerer um detalhamento técnico ainda mais refinado, possibilitando agregar ao processo informações específicas para a interpretação do motor de processo. Este modelo de processo, que será interpretado pelo sistema, é chamado informalmente de TO RUN. O modelo TO RUN utilizará muitos elementos que a maior parte dos usuários da notação BPMN sequer virá a usar em seu trabalho, mas que serão requeridos para fornecer ao sistema detalhes relevantes para a sua execução automatizada, tais como controles de transação, compensação e tratamentos de erros.
Como se pode ver, existe um grupo de elementos de BPMN apropriado para cada etapa do ciclo de vida de projetos BPM.
Conhecer o potencial desta notação é o primeiro passo para se construir diagramas de processos claros, legíveis para todos os participantes e eficazes na representação do fluxo de atividades de acordo com o propósito do modelo.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

BPM – Mapeamento e Modelagem de Processos – Business Process Management (RELEMBRAR| É BOM)



Business Process Management (Metodologia BPM) é um conceito que envolve gestão de negócio aliada à tecnologia da informação visando à melhoria dos processos das organizações por meio do uso de métodos, técnicas e ferramentas para mapear, analisar, modelar, publicar e gerenciar processos operacionais, de apoio e de gestão, abarcando recursos humanos, aplicações, documentos e outras fontes de informação, com o escopo de realizar o alinhamento dos processos de negócios com a estratégia, os objetivos e as cadeias de valores das organizações, através de práticas que, aplicadas, ajudam a maximizar os resultados e o desempenho dos processos, e, com isso, fazer com que as organizações tenham melhores resultados financeiros, vantagem competitiva, redução de custos, otimização de recursos, e aumento da satisfação dos clientes, uma vez que os produtos e os serviços também atingem um padrão melhor de qualidade.
Toda organização atinge os seus objetivos através de processos – mesmo que os processos não estejam claramente identificados para as pessoas da organização, sempre haverá materiais ou informações que entram, são transformados em produtos ou serviços, que saem e são entregues aos clientes (o que nada mais é do que um processo). Neste contexto, mapear processos significa identificar, conhecer e documentar a seqüência de atividades e os recursos utilizados em cada processo da organização de modo a, através dos relacionamentos entre os processos, permitir à organização enxergar os problemas e corrigi-los, a fim de aumentar sua eficiência e, com efeito, melhorar o seu desempenho econômico-financeiro.
O Business Process Management (BPM) – ou Gestão do Negócio por Processos – é, portanto, uma forma organizada de se administrar um negócio, sempre na direção de seus objetivos.
Mapeamento de Processos
O Mapeamento de Processos é um dos elementos da Metodologia BPM (Business Process Management) – ou Gestão de Negócios por Processos –, que, além da descoberta (mapeamento) dos processos da organização, abrange a documentação dos processos que se quer mapear, a definição do nível de maturidade das atividades da empresa, o plano de comunicação, o estado de automação dos processos, o monitoramento dos processos através de indicadores de desempenho e de qualidade, e, entre outros, a modelagem de processos para se estabelecer um ciclo de melhoria contínua da organização com o objetivo de se atingir a excelência operacional.
Modelagem de Processos
Mapear processos de uma organização normalmente requer entrevistas das pessoas que nela trabalham, análise da documentação e registro das informações levantadas por meio de fluxogramas, colocando-se no papel o que é feito, como é feito, quem faz, documentos, materiais, recursos e equipamentos utilizados, enfim, ainda que o processo não esteja sendo feito da melhor maneira.
É depois de mapear os processos da organização que se implementa a fase de modelagem de processos, quando se discute as oportunidades de melhoria identificadas no mapeamento de processos, reformulando os processos para ajudar à organização a melhorar sua estrutura, seu fluxo de trabalho, o uso de recursos humanos e materiais, a relação entre as pessoas, o treinamento de novos funcionários, e tudo mais, principalmente se a organização optar por uma administração baseada em gestão por processos, caso em que as decisões passarão a ser tomadas em função dos resultados de monitoramento dos processos por meio de indicadores de desempenho. Em uma gestão por processos, todos os processos, ou ao menos os processos-chave, da organização deverão ser monitorados, acompanhados e avaliados por métricas capazes de mostrar se o processo está indo bem ou não.
Uma organização sempre tem objetivos estratégicos, e destes objetivos é que são desdobrados os indicadores de desempenho dos processos, cujos resultados estão diretamente relacionados com o desempenho da organização.
BPM

O BPM  Business Process Management –, ou Gestão do Negócio por Processos, por meio de indicadores de desempenho, fornece à administração do negócio uma visão global dos processos da empresa e de seus resultados, possibilitando a tomada de decisões racionais, com base nestes dados.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Poster da BPMN 2.0 em Português


A notação BPMN 2.0 (Business Process Modeling Notation) é um padrão de mercado para a modelagem de processos de negócio.

Analista de Negócio, não precisa ser um especialista em modelagem de processos de negócios, mas ele deve conhecer a notação BPMN 2.0 

Já os Analistas de Processo de Negócio devem conhece-la obrigatoriamente.

Veja o Poster em Português que resume as principais características, elementos e regras da notação BPMN na versão 2.0